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Fallen - Lauren Kate (Fallen #1)

Título Original: Fallen
Data de publicação: 2010
Número de páginas: 406
Série: Fallen #1
Editora: Galera Record
Classificação:



Algo parece estranhamente familiar em relação a Daniel Grigori. Solitário e enigmático, ele chama a atenção de Luce logo no seu primeiro dia de aula no reformatório. A mudança de escola foi difícil para a jovem, mas encontrar Daniel parece aliviar o peso das sombras que atormentam seu passado: um incêndio misterioso – que provocou a morte de seu namorado – levou Luce até ali. Irremediavelmente atraída por Daniel, ela quer descobrir qual é o segredo que ele precisa tanto esconder— uma verdade que poderia matá-la. Algo que, em suas vidas passadas, Daniel não conseguiu evitar.


Fallen de Lauren Kate superou todas as minhas expectativas, ele conseguiu ser mais chato, lento e irritante do que eu esperava.
Desde que foi lançado aqui no Brasil, ele passou a fazer parte da minha lista de desejados, não me preocupei em ler a sinopse e descobrir mais sobre a história do livro, a única coisa importante é que ele tinha uma das capas mais lindas e intrigantes que eu já tinha visto e isso por si só já valia o desejo de tê-lo para mim.
Depois de um tempo e muitas resenhas na blogosfera, minha determinação em ter o livro começou a se desvanecer. Algumas pessoas amaram, mas outras simplesmente desistimularam qualquer empolgação que eu poderia ter para lê-lo.

Fallen tem um clima pesado e isso por si só já me desanimou bastante. A história se desenrola no internato/prisão Sword & Cross, um lugar sombrio e deprimente. Dentro do terreno da escola, bem próximo aos prédios, fica um cemitério antigo, com grandes e estranhas lápides e uma neblina que torna o lugar ainda mais assustador. Além disso os alunos podem se vestir como quiserem desde que usem apenas preto. Me digam se existe algo mais "down" que isso?
Sempre que eu me sentia estimulada a ler algumas páginas, era invadida por uma tristeza e largava o livro. Talvez por isso eu tenha demorado quase duas semanas para conseguir terminá-lo. Isso, aliado ao ritmo lento e aos detalhes desnecessários que só tornaram o livro maior e não contribuíram em nada com a história.

Vocês devem estar se perguntando se eu não gostei de nada, nadinha no livro. Sim, eu gostei! Além do tema principal - anjos caídos - a autora falou sobre reencarnação de uma forma que tornou a história bem mais interessante e que foi o gancho para os livros posteriores. Ficou a pergunta: Onde e como Luce e Daniel se conheceram? E qual é a história de amor e maldição que envolve os dois?

Mas essas perguntas também foram um dos principais motivos para minha irritação com o livro. A história vai se desenrolando, as páginas vão passando e as respostas simplesmente não surgem, pelo contrário a minha cabeça e a de Luce foram se enchendo ainda mais de perguntas. Algumas coisas começaram a fazer sentido já perto do final, mas ficaram muitas coisas não esclarecidas, coisas demais. É claro que o mistério e o fato de não saber muita coisa nos estimula a querer continuar lendo a série para descobrir o que vai acontecer, mas a forma como a autora ficou dando voltas ao redor do segredo, sem dar nenhuma pista ou dica sobre o que aconteceu me irritou demais.

Quanto ao triângulo amoroso Cam-Luce-Daniel, preciso admitir que todo meu coração é de Cam. Ele é tudo de bom. Gentil, atencioso, carinhoso, sedutor, sexy e trata Luce como toda mulher deve ser tratada, bem diferente de Daniel. Eu sei os motivos que levam Daniel a ser distante e misterioso, mas ele as vezes passa dos limites, sendo um verdadeiro grosso.
Diferente de muita gente eu não achei a Luce uma boba, chata, inútil e obcecada - tá certo, só um pouquinho. Mas a culpa é de Daniel, ao mesmo tempo em que menosprezava Luce, ele demonstrava ciúmes e ia atrás dela, não tem como uma garota não se sentir compelida a descobrir os segredos por trás desses sentimentos e atitudes tão contraditórias. Além disso eles tem uma passado juntos, o que forjou um laço muito forte entre eles que ultrapassou muitos séculos.

Senti falta de romance, daquele que dá um friozinho na barriga e deixa agente suspirando. Ela não podia ficar com Daniel e não queria Cam, então o que restou foram algumas reviravoltas, momentos de tensão, muito, muito tédio e quase nenhum momento de romance de verdade.

Fallen foi uma leitura bastante entediante e previsível mesmo assim vou ler Tormenta, estou curiosa demais para saber o que aconteceu entre Daniel e Luce em suas vidas passadas, mas a série não é uma das minha prioridades como leitura agora.

Depois de ler Fallen, comprovei a veracidade do ditado: Não julgue o livro pela capa (nesse caso a frase foi usada no sentido literal). A capa é linda, sombria, instigante e misteriosa, resumindo: é maravilhosa, mas sinceramente, a história não faz jus a capa que ganhou.

A Música que Mudou a Minha Vida - Robin Benway

Título Original: Audrey, wait!
Data de publicação: 2009
Número de páginas: 368
Editora: Galera Record












Se quiserem realmente saber algo sobre mim, tem que saber isso: eu gosto da minha música alta. Quero dizer muito alta. Não estou falando do tipo de alta em que os seus pais batem na porta do seu quarto e pedem para você abaixar. Por favor. Isso é coisa de amador. Quando digo alta, quero dizer alta você-não-consegue-ouvir-seus-pais-batendo-e-os-vizinhos-estão-botando-uma-placa-de-VENDE-SE-na-frente-de-casa-e-se-mudando-para-outro-quarteirão-porque-não-conseguem-mais-aguentar-o-barulho-constante.

Quando Audrey decidiu terminar com Evan, não imaginou que milhões de pessoas saberiam como tudo aconteceu. Mas então, Audrey, espere!, a música que Evan escreveu sobre o término do namoro deles atingiu o primeiro lugar na Billboard e tocava sem parar em todas as rádios do mundo. Os Doo-Gooders, banda de Evan, se torna famosa da noite para o dia e Audrey, a musa que inspirou a música, passa a ser o centro das atenções.

Assediada pela imprensa, por fãs e falsos amigos, ela mal consegue frequentar a escola, sair com os amigos e começar a namorar de novo. A vida dela se torna uma caos e tudo está fora do controle. Agora Audrey precisa tomar algumas decisões e colocar sua vida nos eixos novamente.

A Música que Mudou a Minha Vida de Robin Benway é engraçado, inteligente, fofinho, extremamente jovem e musical, muito musical. Apesar de todas essa qualidades eu esperava algo mais do livro, li tantas coisas positivas e empolgantes sobre ele em outros blogs, que enquanto a minha leitura ia avançando eu ficava esperando que acontecesse algo que me prendesse a história e que me estimulasse a ponto de não largar enquanto não terminasse, mas a leitura se arrastou por quase uma semana.

Não, o livro não é ruim, não é chato ou entediante, só acho que não li no momento certo, mas isso não me impede de dizer que adorei a Audrey e todas as confusões nas quais ela se meteu por causa da "música".

A forma como a Robin escreveu o livro cativa desde o início. A história é narrada pela própria Audrey que conta os fatos como se nós estivessemos sentados com ela sobre a cama, no quarto dela, de frente para a parede cheia de posteres de suas bandas favoritas e um cd de compilações tocando ao fundo, além disso é como se ela estivesse apenas detalhando e contando do ponto de vista dela coisas que nós já vimos, como os vídeos que foram postados, as fotos e a entrevista, é como se ela fosse uma celebridade que faz parte da nossa vida real e que nesse momento "Audrey, espere" está tocando na principal rádio da cidade. Eu adorei esse tom de íntima amizade, rsrsrsrs.

A melhor amiga dela, Victoria é o máximo, louquinha ao extremo, divertida, hiperativa, fala pelos cotovelos e é super legal, fiel e companheira, ela é a personificação da melhor amiga perfeita . Ela e o Jonah formam o casal mais fofo do livro, os dois tem uma sintonia muito legal e ele está junto com ela mesmo nas maiores loucuras. Adoraria ler um livro com a história dos dois.

Audrey é sarcástica, inteligente, cativante, engraçada e consegue enfrentar os problemas causados pela fama repentina por causa da música, de forma madura. Durante todo o livro acompanhamos os dramas, as brigas, as perseguições por paparazzi e o desejo dela de voltar a ser uma adolescente comum.
Apesar de todos os problemas que está enfrentando por causa de um garoto, deixar de se divertir e ficar com alguns gatinhos não está nos planos dela. Em meio a todas as confusões causadas pela fama ela percebe algo de muito especial em seu companheiro de trabalho no Scoop Dooper: James.
James é doce, adora música, é muito carinhoso e inteligente, além de ser o cara certo pra enfrentar junto com Audrey o momento difícil pelo qual ela está passando.

Cada capítulo começa com o trecho de uma música diferente e o mais legal é que elas se encaixam com o que a Audrey está vivendo no momento. Algumas bandas são bem conhecidas, pelo menos por mim (Jay Z, Red Hot Chili Peppers, Radiohead, Oasis...), outras eu nunca tinha ouvido falar e é claro que aproveitei essa lista enorme para atualizar o meu playlist (no próximo post disponibilizarei as músicas que eu mais curti).

A Música que Mudou a Minha Vida é inteligente e engraçado com garantia de muitas risadas. Uma leitura deliciosa que deve ser acompanhada com um cd de compilações com suas músicas favoritas ao fundo.

Cidade dos Ossos - Cassandra Clare (The Mortal Instruments #1)

Título Original: City of Bones
Data de publicação: 2010
Número de páginas: 462
Série: The Mortal Instruments #1
Editora: Galera Record

Quando Clary decide ir à Nova York para se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato – muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer… Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.

O menino nunca mais chorou, e nunca se esqueceu do que aprendeu: que amar é destruir, e que ser amado é ser destruído.
P.201

Clary é uma adolescente que mora em Nova York e leva uma vida comum, até que uma noite ao sair com seu amigo Simon ela vê três adolescentes com estranhas tatuagens matar uma garoto em uma boate lotada, sem ninguém ao redor perceber. Ela vai até um deles, um jovem atraente mas arrogante chamado Jace, e pede explicações sobre o que aconteceu. Antes de obter qualquer resposta esclarecedora, Clary recebe um telefonema desesperado de sua mãe e volta para casa. Ao chegar lá encontra tudo revirado, sua mãe está desaparecida e um monstro tenta matá-la.

As coisas não são exatamente como ela imaginava, toda a sua vida é uma mentira. Ela consegue enxergar coisas que ninguém mais vê, um mundo onde vampiros, lobisomens, fadas, demônios, são reais e vivem entre nós sem que ninguém saiba suas verdadeiras identidades.

Clary logo percebe que os adolescente que estavam na boate são a única fonte de resposta para sua dúvidas e vai em busca deles. Jace, Alec e Isabelle são nephelins, caçadores de demônios que tentam manter o mundo longe das criaturas más do submundo e talvez sejam sua única ajuda para descobrir o que aconteceu com sua mãe e onde ela está, porque quem sequestrou sua mãe é alguém muito poderoso e conhecido entre os Caçadores de Sombras, alguém que todos achavam que estava morto há muito tempo.
A mãe de Clary precisa ser encontrada, eles precisam saber o que esse alguém tão poderoso quer com ela... e com Clary.

Escrever sobre esse livro foi muito difícil para mim, honestamente eu ainda não sei o que dizer sobre Cidade dos Ossos. Gostei, não gostei... essa é a grande questão, eu simplesmente não sei. Talvez eu tenha criado grandes expectativas sobre o livro, que não foram alcançadas.

Cidade dos Ossos de Cassandra Clare foi/é classificado como maravilhoso, empolgante, excelente, viciante, envolvente por vários leitores, mas ele definitivamente não alcançou as minhas expectativas. Não quero dizer que o livro me decepcionou completamente, porque o universo que a Cassandra criou é bem diferente, os personagens foram bem escritos, mas o início foi bem lento e confuso em alguns pontos e no geral achei a leitura morna com os capítulos finais cheios de reviravoltas e revelações bombásticas.

Cidade dos Ossos é o primeiro livro da série Instrumentos Mortais e talvez por isso Cassandra Clare tenha colocado no livro uma torrente de informações, nomes, histórias para tentar montar o universo no qual a história se passa. Mas em alguns momentos tantas informações me deixaram confusa e eu tive que reler o mesmo parágrafo algumas vezes ou até mesmo voltar algumas páginas para rever algumas coisas.

Durante mais de uma semana tentei concluir a leitura que para mim estava muito monótona e arrastada e nem mesmo Jace, o Caçador de Sombras que conquistou o coração de várias leitoras conseguiu me animar. E por falar em Jace não encontrei nele nada que me fizesse suspirar, querer mais, sonhar acordada, ainda prefiro meu Patch. O Jace foi planejado para conquistar o coração das meninas, o jeito de bad boy convencido com pinta de conquistador é uma fórmula que funciona na maioria dos livros, mas a mim não convenceu. Achei-o arrogante demais, convencido demais, implicante demais, talvez o seu humor e sarcasmo tenham sido as únicas qualidades que me fizeram reconsiderar a possibilidade de classificá-lo como um verdadeiro zero a esquerda.

A Clary foi criticada por algumas pessoas e taxada como imatura, mas para mim ela agiu exatamente como uma adolescente que descobre que sua mãe está desaparecida, que sua vida é uma completa mentira, que sua casa está cheia de demônios, que existem vampiros, lobisomens, fadas, ou seja, ela tem atitudes coerentes com uma adolescente que vê sua vida virar de cabeça para baixo. Vocês seriam centrados e maduros em uma situação como essa? É claro que não. Então não cobrem decisões racionais e atitudes centradas desta pobre criatura.

O Simon amigo de Clary e o Luke que ajudou a cuidar dela desde de criança foram os únicos personagens que conseguiram um lugarzinho especial no meu coração. Simon é um nerd fofo (adoro nerds), bonitinho e extremamente corajoso que entra nas maiores enrascadas para salvar a vida de Clary. Apesar de ser um "mundano" sem nenhum poder extraordinário, ele não tem medo de enfrentar o perigo e a sua coragem acaba fazendo com que os Caçadores de Sombras o aceitem como parte do grupo.

Devido a tantas resenhas positivas e elogios eu esperava muito mais, algo diferente e que me deixasse vidrada sem conseguir largar antes de terminar. O problema é que ele se encaixa na fórmula típica dos livros de YA sobrenaturais com apenas algumas pequenas mudanças. Nós temos uma garota que descobre que as lendas sobres seres sobrenaturais são verdadeiras, dois garotos que disputam o coração da garota criando o familiar triângulo amoroso, uma garota meio inconsequente que nunca faz o que mandam e que age por impulso na maioria das vezes colocando a vida dela e de outras pessoas em risco, um romance que demora a acontecer (e que nesse caso a não ser que a Cassandra dê uma reviravolta ou deixe as coisas acontecerem por mais proibidas que sejam, não vai acontecer) e por ai afora.

O fato é que não amei o livro mas também não odiei, ele simplesmente não fez diferença nenhuma entre minha leituras e tenho que admitir que a continuação da série não é uma prioridade para mim agora. Cidade dos Ossos é um livro bom que teve um final muito empolgante, mas ler Cidade das Cinzas e saber o que a Cassandra reservou na continuação da série vai ficar para um futuro que talvez ainda esteja um pouco distante. Mas preciso confessar que uma das coisas que pode me apressar a ler a continuação, é querer saber o que a autora fará com o futuroexcasal do livro agora que as coisas estão meio que proibidas para eles.

Cidade dos Ossos é um verdadeiros sucesso entre os fãs de YA, portanto é melhor ler o livro e tirar suas próprias conclusões, afinal pouquíssimas pessoas não amaram esse livro e eu sou uma delas, e se basear nas minhas opiniões para embarcar ou não na leitura talvez não seja uma idéia muito sensata, hehehehehe.



– Por algum motivo, pensei que fosse maior.
Clary olhou para o Cálice que tinha em mãos. Era do tamanho, talvez, de uma taça de vinho normal, só que muito mais pesado.
- É um tamanho muito bom – disse ela, indignada.
-Bem, é grande o bastante – disse ele em tom de consolo -, mas por algum motivo eu esperava alguma coisa… você sabe. – Ele fez um gesto com as mãos, indicando algo aproximadamente do tamanho de uma casa de um gato.
- É o Cálice Mortal, Jace, não a Latrina Mortal – disse Isabelle.
P.336


Penélope - Marilyn Kaye [Desafio Literário - Fevereiro]

Título Original: Penelope - 2008

Penelope Wilhern tem tudo o que uma garota pode querer: uma família rica e da alta sociedade, um quarto adorável e muitas roupas de estilistas famosos. Mas nem tudo é perfeito e ela tem um problema... foi amaldiçoada com um nariz de porco, e a maldição só será quebrada quando alguém de sua mesma classe social aceitá-la como ela é.
Isolada do mundo pela família envergonhada, Penelope precisa entrevistar uma fila de solteiros esnobes na tentativa desesperada de encontrar um marido e acabar com a maldição. Mas ela deseja muito mais da vida e, depois que os planos de sua mãe e de uma casamenteira profissional desandam, ela resolve fugir e cair no mundo em busca de liberdade.

Quando vi o tema do Desafio para o mês de Fevereiro, lembrei de um filme que assisti a alguns
anos atrás e adorei. Era um conto de fadas moderno, divertido e super fofo!!!
Depois de procurar muito um livro para o mês de Fevereiro, descobri que o filme era uma
adpatação de um livro, e é claro não pensei duas vezes antes de escolhe-lo para o Desafio.

Penélope pode ser considerada a "Fera" nesse conto de fadas diferente dos demais, onde as maldições sempre recaem sobre os homens. São sapos que viram príncipes, feras que viram príncipes e por ai vai.Sobre Penélope recaiu uma maldição que foi lançada sobre o seu tataravô e por isso ela nasceu com focinho de porco. De acordo a feiticeira, a maldição só seria quebrada quando alguém de "sangue azul" a amasse exatamente do jeito que ela era.
Desde de criança, Penélope aprendeu que ser diferente era ruim e que deveria se esconder por isso. Por nunca ter vivido em um mundo real, Penélope criou seu próprio mundo de contos de fada.A mãe de Penélope decide contratar uma casamenteira profissional para quebrar a maldição e livrar Penélope do horrível nariz, mas todos os pretendentes fogem dela ao ver o seu rosto.
Cansada da vida de clausura e depois de conhecer um pretendente diferente de todos os outros, Penélope decide se libertar e aceitar a sua situação.

Um coisa que eu achei super legal na história é quem nenhum dos personagem tem uma personalidade estática, ou seja, o mocinho nem sempre só faz as coisas da forma correta e aqueles a quem poderíamos dar o título de vilão não é de todo ruim!!!!
A partir daqui, se eu falar mais estraga!!!!
O livro é muito fofo e a leitura é super rápida, talvez seja porque o livro tem uma história linda de aceitação e amor.Penélope é um história cativante, que nos ensina, acima de tudo, que aparência é algo relativo e superficial!

Leiam o livro e assistam ao filme também. A produção cinematográfica é uma das poucas tem um roteiro bem próximo a história do livro.

Abaixo segue o trailer do filme:


 
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